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Posts com a Tag ‘TV’

Robot Chicken

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Robot Chicken ou Frango Robô é a história de um frango que foi atropelado numa noite de chuva e um cientista louco o tortura, obrigando-o a ver programas de TV simultaneamente.É uma sátira de personalidades, filmes, programas e situações tipicamente americanos.

É uma uma animação feita em stop-motion, criada por Seth Green ( ator de Austin Powers) e Matt Senreich (não sei o que ele fez além disso, mas já sou fã dele) . Bem, essa animação é feita fundamentalmente para adultos e faz parte do programa [adultswim] do Cartoon Network.

Diferente das animações em stop motion de massinha que estamos acostumados a ver, é feito com bonecos de acão, barbies, aqueles que agente brincava nos anos 80/90 o que a torna nostálgica e hilariante, não deixando de ter uma pitada de sarcasmo e perversão.

Um dos melhores episódios na minha opnião é a sátira a Star Wars, que durou uns 30min e o próprio George Lucas dubla ele mesmo no programa e “emprestou” a Lucasfilm, permitindo que a paródia, que visita cenas clássicas da série, utilizasse arquivos originais de som de personagens como Darth Vader, Chewbacca e R2-D2.

Quem não tiver Tv por assinatura, não fique triste! Eu também não tenho! Youtube resolve isso (mal, mas resolve!).

frangorobo.jpg

Aproveitando que virei fã imediata, peguei esse papel de parede pro meu “mac”.

Tá dada a dica!

Bharat Juktarashtra

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Há alguns anos atrás li o livro “A Viagem de Théo”, de Catherine Clement. No livro, ela conta através da viagem de um garoto a história de diversas religiões.

Eu, criada dentro da igreja cristã desde nascida, me deparei com um mundo totalmente novo e encantador que jamais tinha ouvido falar, e que me fez questionar tudo que tinha vivenciado até então.

Mas foi quando Théo chegou a Índia (Bharat Juktarashtra), que percebi que lá não era simplemente um país, mas sim, outro mundo.

A autora começou a descrever as quatro religiões que nasceram nessa região, o Hinduísmo, o Budismo, o Jainismo e o Sikhismo. Cada cor, cada ritual, cada tradição, tudo na Índia e na sua religião me intrigou e encantou.

A Índia é tão impressionante que é difícil pra mim criticar seus aspectos da formação sociedade (a questão da imobilidade social - castas), dos direitos da mulher e esse tipo de coisa, sua beleza extrema me distorcia a crítica.

Essa imagem bela e colorida estava adormecida na minha mente, pelo menos até ontem.

Discovery Atlas - Índia, pra quem gosta desse tipo de programa, essa foi uma edição resumida e surpreendente. Senti novamente e dessa vez com imagens nítidas a paixão de anos atrás, que tinha ficado apenas na minha imaginação. Vi mais uma vez, materializada pela tv, ela.

Pra mim todas as religiões são iguais em essência, só mudam os nomes e a localização dos deuses e dos templos.
Mas não consigo descrever o que sinto quando vejo as cores, os véus, as luzes, as crianças, os rituais na Índia. É a coisa igual mais diferente que já tive notícia.

Pra mim, é ela “Bharat Juktarashtra” o lugar no mundo, mais fora dele possível, e é por isso que quero muito ir lá um dia.

Cafonice Intelectual

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Assistindo o DVD de Doces Bárbaros, (posteriormente dedicarei mais caracteres pra falar sobre), me deparo com Caetano, revoltado com a tentativa dos repórteres de trazerem a tona alguma diferença que pudesse existir entre os membros do grupo (Caetano, Gal, Bethanea e Gil), diz o seguinte:

Isso é uma Cafonice intelectual, uma ignorância.

Eu particularmente, adorei esse termo. Segundo o Dicionário Houaiss,

…Cafona é quem ou o que revela mau gosto, convencionalismo (’apego ao que é convencional’), pouca sofisticação ou pouco trato social…

Infelizmente é isso que temos visto na televisão atualmente, jornalistas famintos por uma notícia clichê. É como se em algum momento da história, alguém tivesse decretado que maioria da população só quer saber de briga entre artistas, quem traiu quem, e qual vai ser o final da novela das 20h!

Essa convenção, verdadeira em certos aspectos, foi na verdade imposta para omitir a verdadeira situação em que vivemos e nos dar a impressão que é mais importante saber “quem matou Thaís?” do que se tenho ou não dinheiro pra comprar leite de amanhã.

Ainda bem que conheço várias pessoas da área de Comunicação Social, que me parecem optar por uma abordagem da vida real, e não tornar a vida fictícia como parte essencial da realidade.

Não a cafonice intelectual!

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